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Maconha   Legalize
Maconha 
Legalize!

               O que é ?
 

     A planta Cannabis sativa originária da Índia. O imperador chinês Shen Nung reconheceu as propriedades alucinógenas da Cannabis quando a recomendou como medicamento. Dois dos primeiros nomes em chinês da maconha – “libertados do pecado” e “fornecedor de encantos” – já denotavam a potencialidade dos seus efeitos inebriantes. Com a disseminação do conhecimento de que o uso da maconha levava o usuário a “ver espíritos”, os chineses passaram a usar Cannabis para – como afirmavam – “desfrutar a vida.” A oeste da China, as tribos bárbaras da Ásia foram as responsáveis pela popularização da maconha como droga recreativa.
     É obtida de folhas e flores secas do cânhamo indiano, e apresenta cerca de 60 substâncias psicotrópicos solúveis na corrente sangüínea, sendo a mais importante delas o
delta-9-tetrahidrocanabinol (D-9-THC), conhecido como THC. Foi o israelense Raphael Mechoulan que identificou, em 1964, essa principal substância ativa da droga. Uma maconha "normal" tem um teor de cerca de 8% de THC. Existem mais de 400 outras substâncias químicas na planta, das quais muitas não se conhece ainda os efeitos.
     A maconha é a segunda droga mais consumida entre os jovens nas principais cidades do Brasil, perdendo apenas para o álcool. Essa pesquisa não considerou o cigarro nem o café como drogas psicoativas.
     Há algum tempo surgiu uma nova variedade de maconha, chamada "skunk" ou "supermaconha". O skunk é produzido em laboratório com variedades de cânhamo cultivados no Egito, Afeganistão e Marrocos, apresentando um teor de THC de até 33%. Seus efeitos são dez vezes mais potentes que os da maconha comum. No Brasil, o consumo do skunk está crescendo.


                  O que faz a maconha?
 

     O efeito da maconha é percebido em aproximadamente 20 minutos depois de começada a ser fumada, durando por duas a quatro horas aproximadamente. O efeito da maconha aumenta a sensibilidade aos estímulos externos melhorando a apreciação da música e da arte. O principal efeito relatado é a tranquilização e a redução da capacidade de concentração. Em vários países se constatou considerável aumento de registros de acidentes de automóveis, motos, trens e até caminhões envolvendo motoristas consumidores de maconha. Em níveis muito altos pode provocar alucinações ou delírios com reações comportamentais indevidas como agitação e agressividade. O uso prolongado leva a um comportamento caracterizado pela não persistência numa atividade que requeira atenção constante (Síndrome Amotivacional).


                  Efeitos sobre o organismo
 

     Já se catalogou cerca de 50 efeitos relacionados ao consumo da maconha. Alguns deles: tremor corporal, vertigem, náuseas, vômitos, taquicardia, excitação psíquica, diarréia, alterações sensoriais, lentidão de raciocínio, oscilação involuntária dos olhos, zumbidos, desorientação, medo de morrer, depressão, alucinações, amnésia temporária, pânico, idéias paranóides…
     Os diversos sistemas do corpo (muscular, nervoso, endócrino, imunológico, etc) se comunicam através de moléculas chamadas receptores localizados nas membranas das células. A maconha possui receptores espalhados pelo corpo, que são responsáveis pelos efeitos psicológicos e corporais. A anandamida é a substância natural produzida no organismo que regula a atividade dos receptores onde o D-9-THC também se liga provocando os efeitos artificiais. No sistema nervoso os principais locais de ligação estão nos núcleos da base, por isso talvez exista o efeito de prejuízo da memória de fixação uma vez que estas áreas estão relacionadas a essa função. No sistema imunológico o D-9-THC prejudica a produção de células de defesa no baço, linfonodos, medula óssea, timo. Alguns estudos com usuários pesados de maconha encontrou maior propensão a contrair infecções, contudo este resultado não foi confirmado em outros trabalhos. No sistema cardiovascular a maconha provoca aceleração do batimento cardíaco, diminuição da pressão arterial ao levantar-se, podendo provocar desmaios. Também diminui a capacidade de coagulação do sangue (diminuindo a agregação plaquetária).

          Motivos para legalização
                Existe na natureza uma planta estratégica para o mundo moderno. Capaz de entrelaçar duas lutas vitais deste fim de século _ o desenvolvimento sustentável e as liberdades individuais. Cannabis Sativa é o nome da planta. Estratégica, porém proibida. Motivos para legalizar:

                1- Não é de hoje que a cannabis sativa é usada pelo homem. Em 2.800 antes de Cristo ela já era cultivada pelos chineses para extração de fibra. As caravelas usadas na descoberta da América tinham suas velas feitas a partir da cannabis (mais tarde, Napoleão tentaria liquidar a Marinha britânica barrando a chegada da cannabis russa). Estima-se que, no final do século passado, até 90% do papel usado no mundo provinha da cannabis, da qual foi feita a primeira Constituição dos Estados Unidos. Os primeiros jeans também foram feitos da fibra da planta. De uma maneira ou de outra, a cannabis atravessa toda a história da Humanidade.

                2- Seria, então, uma planta milagrosa? Quase. Da cannabis pode-se extrair 25 mil produtos de uso essencial para a sociedade moderna. Roupas, calçados, produtos de beleza, óleo de cozinha, chocolate, sabão em pó, papel, tintas, isolantes, combustível, material de construção, carrocerias de carro e muitos outros produtos fazem da cannabis uma matéria-prima valiosa para a indústria mundial.

                3- A cannabis sempre foi usada como instrumento religioso. Suas sementes eram queimadas pelos sacerdotes para produzir os transes místicos. Seu uso com fins recreativos começou entre os gregos, nos grandes banquetes.

                4- O uso industrial da cannabis sativa foi em grande parte sufocado por uma campanha agressiva de um concorrente direto, a indústria do petróleo. Em 1940, Henry Ford chegou a produzir um carro com a fibra da cannabis e movido por óleo da semente da planta. Nos anos seguintes os conservadores norte-americanos procuraram estigmatizar a planta, atacando seu uso como droga e apelidando-a de Marijuana _ um apelo ao racismo contra os mexicanos. A campanha resultou na proibição da cannabis sativa nos EUA.

                5- Também no Brasil, as dificuldades para o uso industrial da cannabis provêm de uma campanha de viés racista contra a maconha. Os negros africanos que chegavam como escravos traziam as sementes em suas tangas e se reuniam à noite para fumar e cantar. Cientistas procuraram depreciar aquele hábito, tentando, sem sucesso, evitar sua difusão entre os brancos.

                6- A cannabis tem um grande poder medicinal. Na China era usada como anestésico. Hoje, é considerada um grande remédio contra o enjôo provocado pela quimioterapia contra o câncer. É aceita também no tratamento de glaucoma e pode ser usada contra a asma e o stress. Muitos pacientes com Aids a utilizam para abrir o apetite e ganhar peso, reunindo forças para resistir.

                7- As pesquisas médicas indicam que a cannabis faz menos mal que o tabaco ou o álcool. Diferente deste, é inofensiva para terceiros, pois não provoca agressividade ou descontrole emocional. Não há indícios de dependentes de cannabis nas clínicas brasileiras. Diz-se que a dose mortal de cannabis são dois quilos jogados do 25º andar de um prédio.

                8- A proibição do uso da cannabis sativa tem sido o pretexto para uma das formas mais hipócritas de violência contra o cidadão. Pessoas de bem são abordadas como criminosas e arrancadas de sua tranquilidade, nos já famosos "teatros" de agressão e extorsão da polícia. A lei encaminhada no Congresso descriminalizando o usuário será um passo importante para abolir estas situações da vida brasileira. Mas a violência provocada pelo tráfico só será extinta com a liberação total da cannabis.

                9- Hoje, a cannabis é plantada na Hungria, França, Canadá, Inglaterra, Portugal, China e Espanha. Com pesquisas genéticas, o Brasil poderia produzir em três anos a semente da cannabis sem o THC (o princípio psicoativo), para uso industrial.

                10- A cannabis é uma matéria-prima estratégica para a sociedade sustentável. Ao contrário do petróleo, é um recurso renovável e limpo. Seu cultivo não necessita de agrotóxicos e tem alta performance produtiva, pois cresce em no máximo 110 dias (podendo ser associado a outras culturas). A cannabis favorece o princípio ecológico do desenvolvimento de regiões auto-sustentáveis, com plantações e fábricas lado a lado.

     A luta pela plantação da cannabis sativa com uso industrial, já adotada por grifes internacionais como Adidas, Guess e Calvin Klein, é uma janela de otimismo para o futuro sustentável do planeta, após o fim do petróleo e seus derivados.
     A luta pela legalização da cannabis fumada por milhões de pessoas se insere no avanço das liberdades individuais, uma marca deste fim de século.
     As duas lutas já começaram no Brasil. Sinto-me orgulhoso por participar das duas e sentir que, no Brasil, já há as condições sociopolíticas para lançar a campanha que pode unir milhares de pessoas, iniciativas e criatividade política.


                   O porque de ser ilegal?
 

     1- Se você fuma muito, pode ter a chamada "Crise Amotivacional", você não tem vontade de fazer nada, faz vários planos e não consegue realizá-los, deixa tudo para amanhã...

     2- Um número insignificante de pessoas pode ter a "Síndrome do Pânico", um surto de ansiedade e pânico sem motivo aparente. OBS: As pessoas diagnosticadas de esquizofrênicas tem uma grande tendência à esses surtos. Em pessoas normais e de bem com a vida é raríssimo. Nunca ouvi falar.

     3 - O uso crônico pode causar "Depressão".

     4 - Existem também os problemas semelhantes ao do uso da nicotina (risco aumentado de câncer de pulmão, etc..). Sabe-se hoje que um "palheiro" causa 4x mais danos à sua saúde que um cigarro industrializado. (Não se esqueça que um cigarro de maconha não tem o mesmo tamanho que um de nicotina, industrializado). Resumindo, uma pessoa que fuma 1 carteira de cigarros por dia tem os mesmos riscos de um usuário de maconha que fuma pouco mais de 5 baseados por dia.


                  Mas eu gosto de fumar, o que posso fazer para evitar tudo isso?
 

     Use a maconha, não deixe que ela use você. É possível conviver harmonicamente com a hemp.

     Não se acostume a fumar toda hora, guarde para momentos especiais. Fumar maconha é como uma "Roda de Chimarrão": amigos reunidos, conversando, rindo e se divertindo. Fumar com sua (seu) namorada(o) é também um grande prazer. Quem sabe não abre mão disso...

     Tente não fumar sozinho. Isso induz à fumar mais e pode prejudicar as suas relações interpessoais, principalmente com pessoas que são contra a cannabis.

     Faça sempre uma atividade esportiva, até mesmo caminhadas ajudam.

     Acorde cedo, veja o sol, a luz do dia. Não troque o dia pela noite.

     Nunca deixe o fumo em primeiro lugar na sua vida. As pessoas precisam produzir para serem felizes. Se você fumar demais, não vai realizar seus planos e deixará você muito infeliz. Se você tem alguma atividade altamente intelectual, deve reduzir muito o fumo. Deixe para finais de semana, praia, época de férias... Reserve pelo menos 1 ou 2 dias para se recuperar antes de trabalhar.

          Dica:
               Detone, mas mantenha o respeito. Ou seja, ainda é ilegal, não dê uma de idiota fumando
               na rua aonde pessoas possam te ver... 
 
 

Decálogo

Dep. Federal Fernando Gabeira

Existe na natureza uma planta estratégica para o mundo moderno. Capaz de entrelaçar duas lutas vitais deste fim de século - o desenvolvimento sustentável e as liberdades individuais. Cannabis Sativa é o nome da planta. Estratégica, porém proibida. A seguir, dez maneiras de dizer uma coisa só: Legalize!

1Não é de hoje que a cannabis sativa é usada pelo homem. Em 2.800 antes de Cristo ela já era cultivada pelos chineses para extração de fibra. As caravelas usadas na descoberta da América tinham suas velas feitas a partir da cannabis (mais tarde, Napoleão tentaria liquidar a Marinha britânica barrando a chegada da cannabis russa). Estima-se que, no final do século passado, até 90% do papel usado no mundo provinha da cannabis, da qual foi feita a primeira Constituição dos Estados Unidos. Os primeiros jeans também foram feitos da fibra da planta. De uma maneira ou de outra, a cannabis atravessa toda a história da Humanidade.

2Seria, então, uma planta milagrosa? Quase. Da cannabis pode-se extrair 25 mil produtos de uso essencial para a sociedade moderna. Roupas, calçados, produtos de beleza, óleo de cozinha, chocolate, sabão em pó, papel, tintas, isolantes, combustível, material de construção, carrocerias de carro e muitos outros produtos fazem da cannabis uma matéria-prima valiosa para a indústria mundial.

3A cannabis sempre foi usada como instrumento religioso. Suas sementes eram queimadas pelos sacerdotes para produzir os transes místicos. Seu uso com fins recreativos começou entre os gregos, nos grandes banquetes.

4O uso industrial da cannabis sativa foi em grande parte sufocado por uma campanha agressiva de um concorrente direto, a indústria do petróleo. Em 1940, Henry Ford chegou a produzir um carro com a fibra da cannabis e movido por óleo da semente da planta. Nos anos seguintes os conservadores norte-americanos procuraram estigmatizar a planta, atacando seu uso como droga e apelidando-a de Marijuana - um apelo ao racismo contra os mexicanos. A campanha resultou na proibição da cannabis sativa nos EUA.

5Também no Brasil, as dificuldades para o uso industrial da cannabis provêm de uma campanha de viés racista contra a maconha. Os negros africanos que chegavam como escravos traziam as sementes em suas tangas e se reuniam à noite para fumar e cantar. Cientistas procuraram depreciar aquele hábito, tentando, sem sucesso, evitar sua difusão entre os brancos.

6A cannabis tem um grande poder medicinal. Na China era usada como anestésico. Hoje, é considerada um grande remédio contra o enjôo provocado pela quimioterapia contra o câncer. É aceita também no tratamento de glaucoma e pode ser usada contra a asma e o stress. Muitos pacientes com Aids a utilizam para abrir o apetite e ganhar peso, reunindo forças para resistir.

7As pesquisas médicas indicam que a cannabis faz menos mal que o tabaco ou o álcool. Diferente deste, é inofensiva para terceiros, pois não provoca agressividade ou descontrole emocional. Não há indícios de dependentes de cannabis nas clínicas brasileiras. Diz-se que a dose mortal de cannabis são dois quilos jogados do 25o andar de um prédio.

8A proibição do uso da cannabis sativa tem sido o pretexto para uma das formas mais hipócritas de violência contra o cidadão. Pessoas de bem são abordadas como criminosas e arrancadas de sua tranquilidade, nos já famosos "teatros" de agressão e extorsão da polícia. A lei encaminhada no Congresso descriminalizando o usuário será um passo importante para abolir estas situações da vida brasileira. Mas a violência provocada pelo tráfico só será extinta com a liberação total da cannabis.

9Hoje, a cannabis é plantada na Hungria, França, Canadá, Inglaterra, Portugal, China e Espanha. Com pesquisas genéticas, o Brasil poderia produzir em três anos a semente da cannabis sem o THC (o princípio psicoativo), para uso industrial.

10A cannabis é uma matéria-prima estratégica para a sociedade sustentável. Ao contrário do petróleo, é um recurso renovável e limpo. Seu cultivo não necessita de agrotóxicos e tem alta performance produtiva, pois cresce em no máximo 110 dias (podendo ser associado a outras culturas). A cannabis favorece o princípio ecológico do desenvolvimento de regiões auto-sustentáveis, com plantações e fábricas lado a lado.

A luta pela plantação da cannabis sativa com uso industrial, já adotada por grifes internacionais como Adidas, Guess e Calvin Klein, é uma janela de otimismo para o futuro sustentável do planeta, após o fim do petróleo e seus derivados. A luta pela legalização da cannabis fumada por milhões de pessoas se insere no avanço das liberdades individuais, uma marca deste fim de século. As duas lutas já começaram no Brasil. Sinto-me orgulhoso por participar das duas e sentir que, no Brasil, já há as condições sociopolíticas para lançar a campanha que pode unir milhares de pessoas, iniciativas e criatividade política.

É hora de discutir, agir e legalizar.

Legalize!

Quimica da Cannabis

NOME : Tetrahydrocannabinols

NOME QUIMICO : Tetrahydro-6,6,9-trimethyl-3-pentyl-6H-dibenzo[b,d]pyran-1-ol

FORMULA QUIMICA C21H30O2

PESO MOLECULAR 314.47

BOILING POINT 200°

LD50 1270 mg/kg (ratos machos), 730 mg/kg (ratos femeas) oral em oleo

LD50 42 mg/kg (ratos) inalação

NOME : Cannabinol

NOME QUIMICO : 6,6,9-Trimethyl-3-pentyl-6H-dibenzo[b,d]pyran-1-ol

NOMES QUIMICOS ALTERNATIVOS : 3-amyl-1-hydroxy-6,6,9-trimethyl-6H-dibenzo[b,d]pyran

FORMULA QUIMICA C21H26O2

PESO MOLECULAR 310.44

O príncipio ativo D 9 canabinol (THC) é um dos responsáveis pelos efeitos da maconha.

O THC apresenta propriedade lipófilica e dissolve rapidamente pela membrana plasmática apresentando uma distribuição heterogênia no cérebro.

O THC parece estimular a fosfolipase A2, aumentando a produção de ácido araquidonico, diacilglicerol (DAG) e inositol trifosfato (IP3),. Este sistema é talvez o responsável pelo THC inibir a canal de Ca++ voltagem dependente que regula a liberação do neurotransmissor.

Em 1992 foi descrito um ligante endógeno, apresentando alta afinidade ligação de com THC, a substância foi denominada amandamida (N-araquinoletanolamida) que é etanolamida do ácido araquidonico. Os locais de ligação são numerosos ocorrendo nos núcleos dos trato pálido, hipocampo e tronco cerebral. Já foram obtidos clones do receptor que se encontra ligado à proteina G.

O THC é descrito como uma substância neuromoduladora que atua através de receptor localizado na membrana celular e altera a produção de um 2o mensageiro regulado por outro neurotransmissor, o cerébro já tem uma porta receptora do THC o que mostra que o corpo tem uma entrada para a substância que prova que a maconha não causa danos.

O THC produz uma alteração bifásica, euforia ( fase estimulante). Durante a fase estimulante é descrito como uma ação semelhante ao estado de sonho, pode ocorrer distorção visual e do tempo. O apetite é suprimido refletindo o efeito do THC sobre os receptores da acetilcolina e da serotonina respectivamente. Após a fase estimulante, é comum sono e letargia.

A síndrome amotivacional é característica da personalidade do indivíduo.

"De todos os anestésicos existentes, a maconha é aquele que produz um narcotismo mais próximo do sono natural, sem causar qualquer excitação extradionária dos vasos, ou qualquer suspensão das secreções.